Análises técnicas publicadas pelo time.
O que sustenta o modelo da Straloo: ortopedia, saúde corporativa, regulação e evidência clínica, direto do nosso blog.
Publicações recentes.
Quem engaja no programa de saúde é quem vai dar sinistro?
A literatura confirma um viés de seleção: quem mais precisa de cuidado tende a ser exatamente quem menos se engaja em programas de saúde corporativa.
Ler análise →Dupla visita na NR-1: o que muda na fiscalização
A fiscalização da NR-1 a partir de 26 de maio deve seguir o rito da dupla visita previsto no art. 627 da CLT, com lógica pedagógica antes da punitiva.
Ler análise →Caso real: o pacote estava perfeito. A indicação, não.
Artroscopia autorizada de forma automática em artrose de joelho mostra o que falta nos planos de saúde: uma camada de governança clínica sobre a indicação.
Ler análise →Calculadora de FAP no ar, sem burocracia
A calculadora de FAP que usamos na Straloo tangibiliza o ROI de programas de saúde corporativa com dado quantificável, auditável e monitorável.
Ler análise →Avaliação osteomuscular na consulta ocupacional: guia ACOEM 2026
Novo guideline da ACOEM aponta preditores de cronificação, problemas de rotulagem diagnóstica e o peso dos fatores psicossociais na avaliação ocupacional.
Ler análise →Stralamos todo mundo no Fórum Saúde RH 2026
Ativação da Straloo no Fórum Saúde RH 2026 mostrou que saúde virou pauta estratégica de verdade, impulsionada também pela chegada da fiscalização da NR-1.
Ler análise →Radiografia de coluna no admissional: por que evitar
Achado radiológico em coluna assintomática barra candidatos sem dizer nada sobre capacidade funcional; evidência da ACOEM e Cochrane reforça o caminho funcional.
Ler análise →Osteomusculares: a principal causa de afastamento no Brasil
Dados do SmartLab confirmam que o osteomuscular segue como maior ofensor de afastamento e precisa estar no centro do GRO com a mesma seriedade do psicossocial.
Ler análise →Saúde como movimento, não como doença
Ver pacientes que acompanhamos em crise de dor correndo no domingo, no próprio ritmo e sem queixa, é o que chamo de resultado de verdade.
Ler análise →Você sabe qual é o FAP da sua empresa? Passo a passo
O FAP da empresa é dado público acessível no gov.br, mas o número sozinho não diz muita coisa sem contexto sobre frequência, gravidade e custo dos afastamentos.
Ler análise →RM de ombro em assintomáticos: o que diz o JAMA 2026
Estudo FIMAGE no JAMA Internal Medicine mostra alterações de manguito rotador em 98,7% dos exames e reforça que achado de imagem não é sinônimo de doença.
Ler análise →Ortopedia não é uma especialidade qualquer para planos de saúde
O que diferencia gestão de riscos osteomusculares de uma cobertura assistencial convencional — e por que essa distinção define a sustentabilidade da carteira.
Ler análise →NR-1 exige metodologia de avaliação de risco — e isso é estratégico
A NR-1 não diz qual metodologia usar mas exige que ela seja documentada e rastreável, transformando descumprimento de NR em risco máximo automático no PGR.
Ler análise →Dor e fatores psicossociais: duas faces da mesma moeda
Meta-análise no JOSPT mostra que o perfil psicológico da tendinopatia difere da lombalgia, e que cada condição precisa de matriz integrada própria.
Ler análise →FAP como gatilho de urgência para saúde corporativa
Empresas que não exploram o FAP de forma estratégica deixam na mesa o que talvez seja a maior oportunidade de ROI dentro da própria estrutura tributária.
Ler análise →Qual é o ROI do programa de saúde corporativa?
Ferramenta de ROI do Public Health England mostra retornos de £10 a £226 por libra investida quando o modelo STarT Back estratifica risco para dor lombar.
Ler análise →NR-1: a diferença entre perigo e risco com a metáfora da onça
A metáfora da onça-pintada do Manual GRO/PGR ajuda a separar perigo de risco e ordenar a hierarquia de controles em eliminar, substituir e evitar.
Ler análise →Osteomusculares: o maior custo de saúde corporativa
Mapeamento da McKinsey mostra que problemas osteomusculares concentram 34,2% do gasto em saúde patrocinada por empregadores, mais que oncologia e cardiovascular juntos.
Ler análise →7 das 10 maiores causas de afastamento em 2025 são ortopédicas
Dados do Ministério da Previdência mostram que o risco osteomuscular é o maior vetor de afastamento e ergonomia é parte estrutural do GRO, não apêndice.
Ler análise →O afastamento como caixa preta: falta visibilidade clínica
A jornada do colaborador afastado segue sendo caixa preta, sem visibilidade administrativa nem acompanhamento clínico estruturado durante o período de afastamento.
Ler análise →Calculadora de FAP, sem burocracia.
Estime a exposição da sua empresa ao FAP a partir de dados públicos. Leva poucos minutos e gera valor antes de qualquer conversa.
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